Por Hasan Beyaz
Para celebrar o comeback do WHIB com CHERRY PIE, conversamos individualmente com cada membro.
Para JAEHA, crescer significou se sentir mais à vontade para transitar entre diferentes lados de sua arte. Assumir tanto o canto quanto o rap mudou a forma como ele se prepara, desde focar no tom como vocalista até pensar de maneira mais cuidadosa na performance ao fazer rap. Ele credita aos membros mais velhos o fato de ajudá-lo a manter o equilíbrio enquanto aprende essas novas habilidades, destacando o senso de apoio que existe em WHIB. Mas talvez a parte mais inesperada de sua trajetória tenha sido descobrir o quanto afeto pode vir de ser um artista
A percepção de que sua música e suas performances podem significar algo para tantas pessoas deu a JAEHA uma perspectiva diferente sobre a carreira que está construindo — uma carreira baseada não apenas no que ele pode fazer, mas na conexão que essas habilidades podem criar.
Você tem assumido tanto o canto quanto o rap com mais frequência. Como isso mudou sua preparação?
JAEHA Quando eu cantava, eu me concentrava bastante em manter o tom, e quando eu fazia rap, eu praticava já pensando em como iria me apresentar no palco.
Como você se mantém mentalmente equilibrado enquanto aprende novas habilidades?
Acho que a maior ajuda veio dos membros mais velhos.
Qual parte de ser artista mais te surpreendeu?
Acho que o que mais me surpreendeu foi perceber que eu podia receber tanto amor de tantas pessoas.